Decálogo do Expositor Espírita

Alkíndar de Oliveira – São Paulo

  1. O expositor espírita não pode transferir para os mentores espirituais o esforço e o preparo que lhe cabem.
  2. Deve, de preferência, diariamente, dedicar parte do seu tempo para:
  3. Deve preocupar-se em ter exemplar conduta e esmerar-se por colocar ;em prática o que prega.
  4. Deve:
  5. O expositor espírita deve:
  6. Ter a certeza de que, no momento que fala, a ajuda espiritual não lhe faltará e sim, estará intensamente presente e atuante, se fizer a sua parte:
  7. Mesmo em conversas pessoais e informais o expositor espírita deve auto-educar-se, pois como disse André Luiz:
    "No estado atual da educação humana, é muito difícil alimentar, por mais de cinco minutos, conversação digna e cristalina, numa assembléia superior a três criaturas encarnadas".
  8. O expositor espírita deve, quando for ditar normas de conduta, incluir-se como pessoa também necessitada, isto é:
  9. O expositor espírita deve:
  10. O expositor espírita deve ser simples e humilde, pois, como disse Padre Vieira:

"Nada há tão grande como a humildade".

E, com humildade e simplicidade, deve sentir-se motivado para proferir contínuas palestras, tendo a certeza da ajuda do Mestre e a convicção de que "a rosa perfuma primeiro o vaso que a transporta".

(Transcrito da Revista Espírita de Campos, de out/dez/97)