Interferência dos Espíritos em nossos pensamentos

Valdomiro Halvei Barcellos

Somos médiuns e como tais buscamos o nosso aperfeiçoamento interior, a fim de nos adequarmos a assistência. Em todas as atividades é importante conhecer, educar e desenvolver as nossas potencialidades bem como cooperar na educação e desenvolvimento das de com quem nos relacionamos.

Constitui segura diretriz Espírita o ESTUDO em complemento aos espíritas o ESTUDO em complemento aos exercícios do AMOR.

É conveniente recordar que “...Pensar é vibrar, é entrar em relação com o universo espiritual que nos envolve...e, conforme a espécie das emissões mentais de cada ser, elementos similares se lhes imanizarão, acentuando - lhes as disposições e cooperando com ele em seus esforços ascensionais ou em suas quedas e deslizes”.

Os Espíritos infelizes, de mente ultrajada, vivem mais com os companheiros encarnados do que se supõe. Misturam - se nas atividades comuns, perambulam no ninho doméstico, participam das conversações, seguem os comensais, de que dependem em processo legítimo de vampirização...”

“...O pensamento exterioriza - se e projeta - se, formando imagens e sugestões que arremessamos sobre objetivos que se supõe atingir...”. (Pg. N°186 - Domínios da Mediunidade e pg. N° 168 - Estudando a Mediunidade.).

“... A química mental vive na base de todas as transformações, porque realmente evoluímos em profunda comunhão telepática com todos aqueles encarnados e desencarnados que se afinam conosco. (idem acima, pg 186 e 168/169.)”.

Aflições, quedas morais são frutos do pensamento desequilibrado.

Harmonia e felicidade são frutos de emissão equilibrada, edificante.

“À medida que se perseverar no propósito firme de melhoria, através do desligamento do mal, a influência provocada pelas entidades inferiores dará lugar aos conselhos e sugestões edificantes dos benfeitores espirituais. (apostila FEB)”.

“Pelo que foi dito, ficou patenteada a ação que os espíritos exercem uns sobre os outros, sobre tudo entre desencarnados e encarnados, estabelecendo - se, assim, uma reciprocidade constante de intercâmbio. Daí, ser difícil, se não impossível, em determinadas ocasiões, distinguir um pensamento próprio de um dos que nos é sugerido.”