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A Expansão do Universo

A Expansão do Universo

A mais aceita teoria relativa à formação do universo, apesar de todas as
restrições que se lhe possam fazer é a do big-bang, ou seja, a explosão inicial
que teria dado origem ao universo em expansão.

Segundo essa teoria, Deus será o Agente implosor que teria reunido toda essa
energia no fulcro central, ordenando-a segundo leis imutáveis e tidas como
perfeitas, capazes de fazer com que o cosmo tenha vida efetiva, o que é
observada por nós, apesar dos parcos recursos de que dispomos.

Nessa teoria, mesmo que o início de tudo não tenha sido a brande explosão, o
que se tem com certo, em física, é que a energia cósmica – erroneamente chamada
de FCU (fluido cósmico universal) -, por si só, jamais seria capaz de se alterar
e, como tal, se, sobre ela não atuassem agentes externos, modulando-a, não
haveria nenhuma forma do estado material.

Em síntese, a tudo o que existe corresponde uma alma de referência,
compatível com o espectro materializado em nosso sistema. É a aceitação tácita,
pela ciência, da existência de um outro domínio de “vida” capaz de dar condição
aos mundos do espaço sideral. E por que não, ser esse ultra cosmo o mundo dos
espíritos? Isso explicaria muita coisa até então tida como dogma científico, ou
seja, que não permite se discuta; em compensação, que não se entra na cogitação
de ser aceito: Um deles é o espaço infinito. Seu principal conceito prende-se à
velocidade da luz, motivo pelo qual os recursos do homem jamais conseguiriam
alcançar seu limites com o exterior, porque essa periferia se afasta do centro
do universo com uma velocidade superior à das ondas eletromagnéticas e, como
tal, quanto mais a luz correr em seu encalço, mais longe ficará dele. É como
alguém correndo atrás de um veículo para alcançá-lo: por mais que corra, sendo a
velocidade dele maior do que a do corredor, cada vez mais longe irá ficando.

Contudo, essa idéia de infinito sugere o limite e que só teria explicação se,
de fato, o universo estivesse mergulhando em um domínio (o espiritual) que o
contenha, porque, sem dúvida, de algum lugar a nossa energia cósmica foi tirada
e para lá há de retornar, tal a lei física. Isso ocorrerá quando o universo
perder a condição de expansibilidade. E, então, toda a energia inicial implodida
(por Deus ou pelo nome que se queira dar a seu agente atuante) voltará às
origens, provavelmente, para que se junte a outras tantas de outros possíveis
universos e que, se torne disponível para novas implosões. É o ciclo vicioso das
ocorrências. No caso em questão, o que se pode admitir é que a criatura em si e
tudo mais que se represente, materializando-se dentro do nosso sistema celeste,
sendo o espectro de alguma outra estrutura que se materializa, não passa de
mísero micróbio do organismo superior que consubstanciou o universo e nele se
encarnou para lhe dar vida. Como tal, pode-se comparar o que um germe do nosso
corpo pense a respeito do mundo interior em que vive. Na certa, conceberia o
organismo criador como se também tivesse o aspecto de um germe: ou seja, um deus
antropomórfico. Se ele analisasse o corpo em que vive a partir da sua
fecundação, teria como seu big-bang o momento em que o zigoto se fecundou.
Depois, esse organismo passou a crescer – fase da expansão – aparentemente até
um limite de elasticidade em passará a envelhecer. Ele não poderá conceber que
fim irá ter seu universo, porque não terá vivido para isso. Em síntese, é esta a
posição mais avançada e arrojada que seguidores da cosmofísica adotam.

Quanto à retração do universo, é um estudo empírico para satisfazer
matematicamente à condição de volta ao passado, única forma possível para que
tal ocorresse. Contudo, sem voltar a ele, o homem poderia descortinar suas
cenas, como se estivesse ante uma televisão sintonizada, se as imagens emitidas
em época passada se refletissem em algum objeto cósmico e retornasse à Terra, em
sua nova posição. Mero fenômeno ótico. Este, contudo, é um fenômeno possível de
ocorrer, o que já não se pode admitir para o caso da retração cósmica. Ainda há
muito que pensar até que se chegue a uma conclusão. Enquanto isso, o jeito é
viver a realidade da vida, observando as leis imutáveis que regem a vida
universal e em sua tábua, não existe perdão para aquele que tenta desequilibrar
o sistema, cometendo más ações.

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