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Parábolas de Jesus

Parábolas de Jesus

Palestra Virtual
Promovida pelo IRC-Espiritismo
http://www.irc-espiritismo.org.br

Palestrante: Pedro Vieira
Rio de Janeiro
07/12/2001

Organizadores da Palestra:

Moderador: “M_Alves” (nick: [Moderador])

Médium digitador“: “Pedro Vieira” (nick: Pedro_Vieira)

Oração Inicial:

 Pai Amado! Em Teu nome estamos reunidos neste recanto virtual. Para que possamos receber um pouco da Luz que enviaste através de Teus mensageiros. Possamos, Ó Pai, assimilarmos as lições. E, acima de tudo, colocá-las em prática em nosso dia-a-dia. Que os bons espíritos nos envolvam e nos protejam abrindo as nossas mentes, Iluminando os nossos corações e amparando o nosso expositor. Sê conosco, Senhor, agora e sempre. Que assim seja. 

Apresentação do Palestrante:

Meu nome é Pedro Vieira, sou espírita e colaboro no Centro Espírita Cristófilos, no Rio de Janeiro, como médium, palestrante e evangelizador infantil, além de com o IRC-Espiritismo nas atividades desenvolvidas pela Internet.

Considerações Iniciais do Palestrante:

Primeiramente desejo a todos os companheiros e amigos uma noite recheada de paz e de lembranças de amor e carinho na figura de nosso amado Jesus. É nessa figura que nos centraremos no encaminhar de nossos estudos da noite, em sua doação ao mundo, em seu papel frente a cada um de nós, em sua inserção humana, mas principalmente espiritual. Iniciemos.

Em O Livro dos Médiuns, Parte II, Capítulo XIX, item 225, último parágrafo, os Espíritos Erasto e Timóteo nos esclarecem: “Conforme acima dissemos, os Espíritos não precisam vestir seus pensamentos; eles os percebem e transmitem, reciprocamente, pelo só fato de os pensamentos existirem neles. Os seres corpóreos, ao contrário, só podem perceber os pensamentos, quando revestidos. (…)

Enquanto que a letra, a palavra, o substantivo, o verbo, a frase, em suma, vos são necessários para perceberdes, mesmo mentalmente, as idéias, nenhuma forma visível ou tangível nos é necessária a nós.” (Erasto e Timóteo)

Vemos claramente, portanto, que a convenção da “palavra” humana é uma forma imperfeita de interpretação do pensamento do Espírito encarnado, que transcende e muito os sentidos conforme os conhecemos. “Símbolo” origina-se do grego “symbolon”, um sinal de reconhecimento. Na Grécia antiga, quando dois amigos se separavam, quebravam uma moeda, um pequeno prato de argila, um anel, ou ainda a metade de uma concha de madrepérola. Quando o amigo ou alguém de sua família voltava, tinha de apresentar sua metade. Caso ela combinasse com a outra metade, esse alguém teria revelado sua identidade de amigo e tinha, assim, direito à hospitalidade.

“Parábola” origina-se do grego “parabolé”, do latim “parábola”, significa “comparação”, “história simbólica”, “símbolo”.

Através de “parabolé” veio às línguas latinas parábola, que deu no francês parole e parler; no espanhol palabra e parlar; no português palavra, palavrear, parlar, parolar; finalmente no Esperanto paroli (= falar).

Interessante como à luz da Doutrina Espírita vemos claramente que a própria “palavra” (que guarda sua raiz em “parábola”) é uma forma simbólica e imperfeita por si só de expressão do pensamento do Espírito, é um ‘símbolo’ do seu pensamento, tanto que a fonte de muitos desentendimentos é a má interpretação do que se fala, em detrimento daquilo que realmente se sente ou que se deseja.

Voltemos a Erasto e Timóteo. Qual é a finalidade da própria “palavra” para o pensamento do Espírito? Um revestimento deste, utilizado para levá-lo a quem – por sua condição de encarnado – não poderia compreendê-lo em sua essência pura, sem o revestimento. É, portanto, um recurso necessário.

E quando falamos de parábolas, no sentido Evangélico? Falamos do “símbolo do símbolo”, ou uma “história da palavra”. É uma história ou uma aplicação de um ensinamento que não pode ser entendido diretamente, mesmo que dito com todas as letras, por incapacidade de os Espíritos compreenderem. É, vemos, mais um revestimento, que dessa vez vai de encontro à limitação intelectual, moral e mesmo sociológica da época.

O próprio Cristo nos disse isso, quando foi perguntado: “E chegando-se a ele os discípulos, perguntaram-lhe: Por que lhes falas por parábolas? Respondeu-lhes Jesus: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; pois ao que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância; mas ao que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado. (…)

Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem nem entendem. E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, e de maneira alguma entendereis; e, vendo, vereis, e de maneira alguma percebereis.” (Mt, 13:10-14)

Entendendo, entretanto, a necessidade daquele povo (nós, quem sabe?), Jesus não os deixou sós, prometendo que, a tempo certo, de possibilidade de entendimento da causalidade das coisas, pediria a Deus que enviasse ao mundo o Consolador, que estabeleceria novamente seus ensinos, dando a eles mais real significação, já que o coração estaria menos endurecido para receber os ensinamentos.

“Se me amais, guardai os meus mandamentos; e eu rogarei a meu Pai e ele vos enviará outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco: – O Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque o não vê e absolutamente o não conhece. Mas, quanto a vós, conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós. (…)

Porém, o Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos tenho dito.” (Jó, 14:15-17 e 26)

Verificamos, entretanto, que a parte de Jesus está sendo cumprida, bem como a do Pai, mas nós tivemos 2000 anos para entendermos, pelo menos sentimentalmente, confiando no que nos pediu o Cristo, e continuamos hoje ainda incapazes de, mesmo com o Consolador, que é o Espiritismo, praticarmos a nossa parte – o entendimento e a reflexão para o crescimento na direção do bem.

Vamos procurar entender melhor a forma amorosa e pedagógica que Jesus nos falou ao coração, por meio de parábolas, para então tentar vôos mais altos, em direção à compreensão de Deus. (t)

Perguntas/Respostas:

Hoje temos diversos recursos áudio-visuais para fazer uma exposição. Podemos dizer que Jesus utilizava as parábolas, com exemplos simples, para melhor fixar as idéias na mente do povo da época?

É sabido que a memória visual do ser humano é muito mais fiel à lembrança do que a auditiva, por exemplo, por estudos da área científica levados a cabo durante anos.

É sabido que a linguagem humana, conforme dissemos na introdução, é profundamente imperfeita, sendo um empecilho seriíssimo à compreensão do Espírito, que se vê obrigado a comunicar-se por meros 5 sentidos. Qualquer tentativa de fazer-se melhor compreendido, utilizando o máximo da capacidade sensorial é louvável, ainda mais na difusão espírita.

Entretanto, quando falamos das parábolas de Jesus falamos em muito mais do que simples recurso exterior. A profundidade das colocações do Mestre encontra muito mais comparação na profundidade pedagógica, porque não só levava o homem a refletir sobre sua própria realidade (identificação mais fácil, mais simples imaginar aplicação na própria vida) como também respeitava o tempo espiritual desses mesmos homens. Para termos de esclarecimento: de nada adiantaria os melhores recursos audiovisuais para falar de Espírito para aquele que não acredita em Deus. A beleza das parábolas está, então, em utilizar a capacidade de compreensão dos homens pela sua imaginação na vida cotidiana para levar os mais novos, profundos e importantes conceitos a que a humanidade já teve acesso.

 É dito que Jesus falava por meio de parábolas, pois assim seus ensinamentos adquiriam maior alcance e aceitação entre os membros da comunidade de sua época. Ainda hoje em dia, com todo o progresso intelectual alcançado desde aqueles tempos, se não fizermos uma análise muito cuidadosa de seus ensinamentos, freqüentemente temos dificuldade para extrair o sentido real das palavras do mestre, como podemos ver nos capítulos do Evangelho: “Odiar os pais”, “Abandonar pai, mãe e filho”, “Deixar os mortos o cuidado de enterrar seus mortos”, “Não vim trazer a paz, mas, a divisão”, ou como na “Parábola do festim de bodas”, no episódio que trata dos “Trabalhadores da última hora” ou no trecho do sermão da montanha que diz “Bem-aventurados os aflitos”. O Espiritismo veio esclarecer, de maneira inédita, o sentido que há por traz de todas estas palavras de Jesus, mas como esperar que o povo de 2000 anos atrás pudesse extrair tais informações? Será que ao utilizar parábolas Jesus não estaria ocultando as informações ao invés de torna-las claras, ou em outras palavras, não estaria ele colocando a candeia debaixo do alqueire, contrariando seu próprio ensinamento “Não ponhais a candeia debaixo do alqueire?”

Reflitam na figura do professor. Que é o professor? É o ser que se dedica a estar presente, acompanhando o aprendizado de seus alunos, facilitando esse mesmo aprendizado, introduzindo sempre, como maneira pedagógica, fatos novos, para que eles vão progredindo naquele estudo pouco a pouco. Imaginem agora um professor que pudesse, de alguma forma, “encapsular” o ensinamento mais profundo a uma profundidade maior, um intermediário a uma profundidade intermediária, e o mais imediato a uma profundidade menor, de maneira que o aluno por si só teria no ensinamento diversos níveis e iria galgando-os paulatinamente, à medida que sua capacidade de análise fosse aumentando.

Jesus é o Grande Professor da Terra, mas não poderia estar encarnado entre nós até o advento do Espírito da Verdade. Todos os ensinos do mundo deveriam acompanhar o desenvolvimento da própria humanidade nesse tempo, sem a sua “presença física” do lado. Era necessário que, além disso, os ensinos chegassem intactos, longe da capacidade de deformação humana, às épocas ulteriores à dele.

Para isso Jesus, o maior pedagogo que o mundo já conheceu, sabendo a necessidade que teríamos, e conhecendo a imperfeição do nosso coração, colocou as luzes gradativamente, que seriam “lidas” à medida que o homem pudesse melhor compreendê-las.

Não colocou a lâmpada sob o alqueire. Ele colocou várias lâmpadas, de luminosidades inimagináveis, que iriam brilhando à medida que o homem pudesse compreendê-las, visível a todos os que pudessem enxergá-las, tão em evidência que até hoje iluminam a nossa vida. E quem sabe quantas coisas ainda escondidas e brilhantes nos escondem as parábolas?

 Amigo Pedro, existe uma “afirmação” de Jesus muito apregoada pelos Espíritas: “Das ovelhas que Meu Pai me confiou, nenhuma se perderá”. Você pode explicar esta afirmação de Jesus diante da passagem bíblica de que somente uma parte da humanidade se salvará? 

As citações bíblicas relativas ao Juízo Final e à separação dos bons e dos maus por Jesus, em sua glória, é uma alegoria, uma parábola levada à compreensão literal, do processo de separação que sofre o Espírito perante as Leis de Deus, no caminhar da evolução, mais especificamente quando reavaliar suas atitudes.

A compreensão do povo hebreu, principalmente dos saduceus, sobre a realidade espiritual, era muito curta. Lembremos que foram lutas após lutas, séculos após séculos, para que a idéia do Deus Único fosse firmada definitivamente na consciência daquele povo.

Jesus falava a um povo com total desconhecimento do ser espiritual independente do ser material, ou seja, desconheciam o Espírito desencarnado como Espírito como nós. Os chamavam “fantasmas”, como acreditaram ser Jesus na passagem da tempestade no barco. Seria impossível a ele revelar coisas numa luminosidade que os cegaria. Por isso, para alertá-los sobre a RESPONSABILIDADE, disse-lhes sobre o dia do Julgamento. Isso seria o suficiente para que verificassem a necessidade de se regrarem perante as Leis de Deus.

A partir do momento que o Espiritismo trouxe à luz os ensinos do Cristo, pode-se verificar em que circunstâncias dá-se essa “separação” – no âmbito da própria consciência. A partir desse momento não são mais aparentemente contraditórias as palavras do evangelista Lucas no capítulo 21, versículo 18: “Mas não se perderá um único fio de cabelo de vossa cabeça”, referindo-se à eternidade.

 Se fizermos um estudo entre o Jesus Cristíco e o Jesus Histórico, há diferença no contexto, ou no ensinamento, das parábolas?

Não no sentido profundo das palavras, mas entenderemos, por uma análise sociológica, que determinadas comparações e alegorias utilizadas calavam profundamente o dia-a-dia do povo da época, e devemos, ao estudar as palavras de Jesus, estarmos inseridos naquele contexto para absorver-lhes a lição. Entretanto, repetimos, o sentido profundo das palavras é um ensinamento de Deus à humanidade, por meio de Jesus, que ultrapassa fatores históricos, sociais e contextuais de forma geral. São para o Espírito imortal.

– Qual parábola você acha mais bela e qual a de maior dificuldade de compreensão?

A mais bela: aquela que cala mais o nosso coração. Todas as parábolas contêm em si próprias um ensino direcionado. Se estivermos arrependidos de algo, leremos a Parábola do Filho Pródigo; se nos achamos pequenos, lemos o Óbolo da Viúva; se descremos das coisas e de nosso potencial, lemos a Parábola da Figueira Seca; se queremos nos manter firmes na caridade, a do Bom Samaritano; se queremos nos colocar à disposição de Deus, a do Semeador; se estamos em dúvida sobre o que estamos fazendo com a nossa vida, a dos Talentos, e assim por diante.

Na minha opinião estritamente pessoal, conforme foi pedido, a parábola do Filho Pródigo é belíssima. A dificuldade de compreensão é algo relativo. Cito Paulo de Tarso, em sua Epístola aos Efésios, Capítulo 1, Versículos 17 e 18, quando diz: “(…) para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê o espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele; sendo iluminados os olhos do vosso coração, para que saiba qual seja a esperança da sua vocação (…)”.

Nos mostrando que a compreensão não é só um estado intelectual – necessário, certamente – mas principalmente um estado de coração, d’alma, de abrir-se real e profundamente aos ensinamentos, deixar-se tocar, e, principalmente, deixar-se modificar com humildade. Por isso abstenho-me de emitir minha opinião pessoal. (t)

 Podemos dizer: “É comum acharmos, na leitura da Parábola do Filho Pródigo, que o pai legou ao filho arrependido mais do que ao filho que se comportou retamente na vida, nos dando uma sensação de injustiça quando procuramos agir corretamente toda a vida. Como o amigo avalia essa questão?” (t)

Se analisarmos bem a parábola, veremos que o que a criatura que assim analisa deseja é a notoreidade exterior, de que se acha merecedora. Entretanto, é da convivência do pai que a alma justa deve nutrir-se de amor e carinho, e do ponto de vista do sentimento, o privado foi justamente o que se afastou, se adsorver da fonte de amor de estar junto.

Quando o pai oferece a festa ao filho é só uma demonstração de felicidade, sem qualquer conseqüência real para o amor que sente por ele, e não deve ser levada em conta de preferência pessoal, como muitos têm feito entender. É do sentimento de ciúme do ser humano, que nasce de seu egoísmo, que nasce essa interpretação. Observem bem.

 Uma vez que as parábolas de Jesus já foram muito bem interpretadas pela Doutrina Espírita, haveria ainda hoje razão para continuarmos estudando-as tal como foram enunciadas por Jesus? Se as parábolas eram apenas a “forma” que o Mestre utilizava para passar suas mensagens, qual a razão de hoje, dois mil anos depois, ainda sermos tão envolvidos por esta maneira de ensinar de Jesus?

Temos sobre isso algumas considerações:

1) Os Espíritos clarearam o significado das parábolas, mas com isso não fizeram – porque não o podem – com que elas penetrassem total e profundamente o nosso psiquismo. As parábolas precisam muito mais do que interpretações, precisam de introspecções, trabalho que só cada um pode fazer por si.

O homem, no seu ímpeto natural de caminhar em direção a Deus, busca incessantemente, mesmo inconscientemente, tudo que lhe possa proporcionar uma vivência modificada de seus erros em direção ao acerto. Desse ponto de vista os ensinos de Jesus são e continuarão a ser uma chamada direta ao coração que deseja acertar, mas está obcecado pelos vícios.

2) O Espiritismo continuará caminhando com a humanidade no entendimento do Espírito imortal. Kardec não é a última palavra, é a primeira, que deve ser sempre colocada como referência, mas que deve, conforme ele mesmo afirmou, adequar-se à realidade de cada época. Quem sabe quantas coisas ainda temos a descobrir nas parábolas que o Espiritismo, ainda hoje, não nos pode mostrar, por nossa incapacidade?

3) Todas as coisas, as palavras e os pensamentos carregam consigo profunda vinculação com o magnetismo de quem as profere. A busca por Jesus é natural em todas as épocas, por ser o psiquismo do Mestre, na forma de suas palavras, o ideal de todo Espírito encarnado na Terra. A busca não só das parábolas – que contém o ensinamento – mas de informações da vida, de fotos, de fatos históricos, relativos a Jesus é uma obsessão do homem. Por tudo isso não só continuam como continuarão sendo referência no entendimento e no caminhar dos seres humanos as parábolas de Jesus.

Considerações finais do palestrante:

O estudo das palavras de Jesus, principalmente na época de Natal, quando o mundo, afundado em guerras e interesses pessoais e coletivos nem sempre nobres, que não valorizam a vida humana, é um alento ao coração que sente-se impotente e perdido.

Se nos sentimos hoje amarrados em nossas ações, imaginemos que Jesus, encarnando num povo muito mais hostil, numa época muito mais difícil, legou ao mundo os maiores ensinos e é o maior vencedor que a planeta já conheceu.

Por que nos sentimos tão fracos assim? Vamos semeando como o semeador, doando como a viúva, multiplicando nossos talentos, estando prontos ao trabalho – nem que seja na última hora, disponíveis como o samaritano, benevolentes como o credor que perdoa as dívidas e principalmente confiantes que essas modificações se farão sem tardar em nosso coração, na busca do Cristo, e tudo melhorará. Melhoremos o homem, iniciando por nós, e melhoraremos o mundo. Que Jesus nos continue orientando em seu silêncio poderoso, que grita sem falar em parábolas em nosso Espírito na direção de Deus.

Oração Final:

Deus, Pai querido, tudo que queremos fazer neste momento é agradecer pelas belas palavras trazidas através do amigo Pedro e pedir a força necessária para fazer vibrar em nosso coração cada um destes belos ensinamentos do Mestre Jesus. Que cada um de nós possa ter uma agradável noite de sono, quando então, poderemos, em Espírito, dar prosseguimento ao estudo iniciado de maneira tão bonita aqui no meio virtual! Permanece conosco, Que assim seja!

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