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Pela Paz

Pela Paz

 

Queridos leitores. Meditem conosco: é comum ouvirmos as pessoas dizerem, e
até nós mesmos já usamos essa expressão: fulano morreu de um ataque do coração.
Ou: estou me recuperando de um ataque do coração.

Se aprofundarmos nossa meditação veremos que o coração não ataca ninguém. Nós
é que o atacamos com as nossas irresponsabilidades perante a vida e o viver.

Quase todos gostamos de assistir as novelas televisivas ou os filmes
dramáticos, entretanto, se bem observarmos, veremos que fazemos de nossas vidas
verdadeiras novelas e dramas, nas quais nos envolvemos.

Valorizamos demais as perdas, as dores, as angústias, que nem nos apercebemos
das pequenas alegrias que nos cercam no dia-a-dia. Diz Louise Hay que passamos
tantos anos extraindo toda alegria do coração que ele literalmente acaba
desmaiando de dor.

Por tanto, caro ouvinte, vamos criar a alegria, viver com amor, manter o
otimismo e a esperança para evitarmos os infartos. Se você já teve um aprenda a
sorrir e amar, a apreciar as coisas boas da vida, para não recriar o infarto.

Na questão da violência, do desamor, é preciso não lhes dar demasiada
importância, mas não ignorá-los. À agressão temos que antepor a paz, e reagir
com naturalidade.

Reagir sim, mas com muito amor. Meu Pai trabalha até hoje, e eu também
trabalho. São palavras de Jesus de Nazaré. O limite do trabalho, é o das forças,
completa Allan Kardec.

Desde os tempos mais recuados, até hoje, o trabalho tem sido a preocupação de
grande parte da humanidade. Das relações quase escravizantes, à explosão
industrial, aos direitos trabalhistas deste século, foram lutas ingentes.

Contudo, na atualidade, países emergentes como o Brasil, sofre com a falta de
empregos. Como viver sem emprego? Como manter a família e as despesas naturais
da vida?

Até os primeiros direitos conquistados, a vida arrastava-se com certa
lentidão, mas neste século, a velocidade das transformações é incrível. De há
muito tempo o homem vem sonhando com uma menor jornada de trabalho, para que
sobre mais tempo para o lazer, o estudo, o descanso, mas assusta-se hoje com a
possibilidade de não ter com que se ocupar, por lhe faltar o trabalho.

Acreditamos que o 1º de maio, antes um dia festivo, hoje é de preocupação,
especialmente porque marca a mudança do valor do salário mínimo, sempre muito
mínimo, especialmente numa fase da vida onde as despesas com remédios aumentam
muito.

Contudo esse não é um texto para consagrar a tristeza ou a preocupação, mas,
pelo menos para a esperança, a fé. Podemos reverter essa situação? Sim, com
muita fé no homem, e com a eliminação do egoísmo.

Utópico? Talvez sim, mas muitas utopias de ontem são realidades de hoje.
Viveremos um dia a solidariedade e a fraternidade, e poderemos comemorar um 1º
de maio pleno de alegria.

O trabalho pela paz, também, e ingente, sacrificial, mas não podemos
desanimar. Una-se a nós e vamos clamar contra o mal e a violência, mas com amor
no coração.

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