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Sobre os Vícios

Sobre os Vícios

Indiscutivelmente, todos nós colhemos, no sofrimento, os frutos amargos dos
vícios, cedo ou tarde. Aí, na maioria, as criaturas despertam e começam a luta
pela sua própria libertação. Não precisamos, porém, chegar às últimas
conseqüências dos vícios para iniciar o trabalho de auto-descondicionamento.
Podemos ganhar um tempo precioso e deliberadamente propormo-nos o esforço de
extirpá-los de nós mesmos. É uma questão de ponderar com inteligência e colocar
a imaginação a serviço da construção de nós mesmos.

Esse é o nosso objetivo: compreender razoavelmente as características dos
vícios e buscar os meios para eliminá-los.

Perguntamos: O que o amigo leitor acha que é fundamental em qualquer processo
de conquista individual? É o querer? É a vontade posta em prática? É a ação
concretizando o ideal?

Primeiro, perguntemos a nós mesmos se queremos deixar mesmo de fumar, de
beber, de jogar, e se desejamos controlar a gula, o sexo.

E por quê? Temos razões para isso? O que nos motiva a iniciar este combate?
Será apenas para sermos bonzinhos? Ou teremos razões mais profundas? É claro que
sabemos as respostas. O que ainda nos impede de assumirmos novas posições é o
apego às coisas materiais, aos interesses pessoais, que visam a satisfazer os
nossos sentidos físicos, digamos periféricos, ainda grosseiros e animais,
indicativos de imperfeições. É uma questão de opção pessoal, livre e disposta a
mudanças. A vontade própria poderá ser desenvolvida, até com pouco esforço; não
será esse o problema para a nossa escolha. A questão é decidir e comprometer-se
consigo mesmo a ir em frente.

Comecemos, então, por eliminar os vícios mais comuns, aqueles já citados, de
conhecimento amplo e de uso social, que apresentaremos detalhadamente nos
capítulos seguintes. Coloquemo-nos em posição de renunciar aos enganosos
prazeres que os mesmos possam estar nos oferecendo e lutemos! Lutemos com todo o
nosso empenho e não voltemos atrás!

Extraído do Manual Prático do Espírita, da autoria de
Ney Prieto Peres, Editora Pensamento, cap. II
/9, pág.44

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