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Buscando a Paz

Buscando a Paz

 

Nos disse Jesus: “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados
filhos de Deus”.

Os seguidores do Cristo devem dar-se a conhecer pelos esforços que empreendam
em favor da Paz.

Em verdade, há muitos desesperados na vida humana. Mas quantos se apegam à
própria desesperação? Quantos revoltados fogem à luz da paciência? Quantos
tristes escapam, voluntariamente, às bênçãos da esperança?

Viver a paz em todos os instantes e lugares deve ser uma construção nossa
esse Dom da graça divina, entretanto, para que se estabeleça em nossa alma,
trazendo-nos bem estar, exige condições de receptividade, ou seja: a extinção do
orgulho e de todos os desejos egoístas, porque são esses sentimentos inferiores
que inspiram todas as discórdias e promovem todas as lutas que se verificam na
face da Terra.

Para que a paz seja uma realidade em nossa vida, temos a necessidade urgente
de despertarmos nossa consciência espiritual, libertando-nos das ilusões do
plano físico e identificando-nos com as verdades do mundo maior; sem essa
experiência, haveremos de ser, sempre, criaturas agitadas e descontentes, em
permanente desarmonia com nós mesmos e com aqueles que nos cruzam o caminho.

Enquanto não haja pacificação individual, enquanto não nos sentirmos
harmonizados intimamente, os conflitos exteriores, tanto no recinto doméstico,
como no campo social, hão de existir.

Por isso importa pensar na paz, falar e viver a paz.

Só é possível construir a paz a nossa volta:

Fundamental desenvolver em nós a capacidade da autocrítica, isto é, avaliar
se estamos agindo bem, nos auto-observarmos, para que nos eduquemos na conquista
da paz interior. Assim procedendo, construiremos primeiro em nós, para só então
doá-la ao mundo; porque ninguém dá o que não possui e só possui o que constrói
no seu interior.

Ninguém atinge o bem estar em Cristo, sem esforço do bem, sem disciplina
elevada de sentimentos, sem iluminação do raciocínio.

Importa, pois, que busquemos alcançar esse estado de alma, sabendo que as
posses externas são passageiras, mas que as aquisições do espírito são eternas,
onde a harmonia interior constitui uma fonte divina e inesgotável da verdadeira
felicidade e, onde quer que nos encontremos, influiremos beneficamente sobre os
que nos rodeiam.

Os seguidores do Cristo devem dar-se a conhecer pelos esforços que empreendam
em favor da paz. Sejam, pois nossos pensamentos, palavras e ações, uma
contribuição constante no sentido de retirar do mundo a inveja, as suspeitas, o
ódio, a vingança e o espírito de discussão.

 

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