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Jesus e as Parábolas

Jesus e as Parábolas

Palestra Virtual
Promovida pelo IRC-Espiritismo
http://www.irc-espiritismo.org.br
Centro Espírita Leon Denis
http://www.celd.org.br

Palestrante: Geraldo Guimarães
Rio de Janeiro
08/12/2000

Organizadores da palestra:

Moderador: “lflavio” (nick: |||moderador|||) “Médium digitador”: “jaja” (nick: Geraldo_Guimaraes)

Oração Inicial:

<|||moderador|||> Jesus, Dezembro nos lembra o teu aniversário, nos lembra o quanto necessitamos de vós e como é importante que o Senhor, Mestre, também nasça em nossos corações. É uma alegria estarmos aqui para mais um estudo, falando de seus ensinos. Amplie nossa capacidade de entendimento, para que possamos entender, compreender e praticar os vossos ensinos.

Que os amigos espirituais possam envolver a todos nós e, em especial, nosso irmão Geraldo, responsável pelo estudo da noite, na certeza que sua luz está envolvendo os nossos corações, te rogamos que nos permita iniciar os estudos da noite de hoje. Que assim seja!

Apresentação do Palestrante:

<Geraldo_Guimaraes> Presidente do Grupo Espírita Caminho da Esperança, assessor da diretoria do Lar Fabiano de Cristo, um dos coordenadores do programa de televisão “Despertar de um Mundo Melhor”, palestrante espírita há mais de 45 anos, desde a nossa juventude, casado, pai e avô de 5 netos. (t)

Considerações Iniciais do Palestrante:

<Geraldo_Guimaraes> Jesus é o governador da Terra, um espírito perfeito, incumbido por Deus para gerir a formação e evolução do planeta e dos seus habitantes.

Para tanto, utiliza-se da sua grande evolução espiritual como um espírito perfeito e puro para atender os desígnios de Deus. A distância entre ele e os homens não pode ser definida exatamente, pois, diz Emmanuel, que a sua grandeza se perde por entre as colunas do tempo.

Há 5 bilhões de anos atrás, quando da explosão do Sol, Jesus já era esse espírito que conhecemos. Quando foi necessário, após algumas conquistas evolutivas, Jesus abandonou as estrelas e veio viver entre os homens, para ensinar-lhes os caminhos do bem e da verdadeira felicidade. No entanto, entre ele e as criaturas humanas a distância é quase infinita. A verdade é que o próprio Deus manifesta-se paulatinamente na razão direta das possibilidades de entendimento das criaturas.

Não é possível falarmos de Física, de Química, de Álgebra e de outras matérias afins a crianças, pois elas sequer compreenderiam o seu significado básico.

O ser humano é como uma criança espiritual incapaz de compreender exatamente o verdadeiro sentido da vida e as leis que regem todo o processo da evolução dos seres e das coisas. Jesus é como um sol iluminando os olhos parcos e limitados de criaturas primitivas e que ignoram as leis fundamentais da vida.

Ao se dirigir aos homens da Terra para falar-lhes de Deus e da verdade o Senhor encontrava todas as dificuldades, pois a sua mensagem de amor, que é o hálito de Deus fecundando a vida, era praticamente uma negação da realidade do tempo quando os romanos, dominadores da Terra, diziam que o amor não era digno dos homens fortes e poderosos, pois ele fragilizava a personalidade humana e era típico dos escravos e das mulheres, seres sem alma e sem qualquer outro significado de maior importância. Daí porque a sua mensagem que tinha uma finalidade pedagógica deveria ser adequada à consciência e compreensão da criatura primitiva que lhe ouvia o verbo iluminado.

Como esclarecer o homem sobre as coisas e as leis de Deus, se eles não tinham maturidade nem o conhecimento necessário para a devida compreensão? Era indispensável que se criasse ou se usasse um método que alcançasse aquele nível de entendimento tão limitado. Daí, os contos e apólogos, ou as parábolas.

Contam que a verdade era muito amiga do sultão Harun Al Rachid, o emir de todas as Arábias. Sabendo que o seu grande amigo estava sendo enganado por um dos seus ministros que se apropriava de bens e patrimônio do povo, deixando-o na miséria, a verdade resolveu visitar o emir e contar-lhe o que estava acontecendo. Foi ao palácio e disse àqueles que vigiavam a sua porta principal que desejava uma entrevista com o grande sultão.

A mensagem foi passada de um para outro homem até chegar aos ouvidos do ministro. Ele perguntou ao que lhe trazia a solicitação quem desejava falar com o sultão Harun Al Rachid e o mensageiro lhe disse: “É a verdade.”

O ministro, ao ouvir o nome da verdade, estremeceu e proclamou: “Se ela falar com o sultão, eu e todos nós seremos presos e mortos. Devemos impedi-la.”

“Como é que ela se apresenta?” E o mensageiro lhe respondeu: “É uma mulher de rara beleza, mas completamente nua.” “Nua?”, disse o ministro. “Uma mulher assim não pode falar com o sultão, diga-lhe que é impossível, pois ela não tem roupas.”

Quando a verdade ouviu a resposta do ministro, ficou muito aborrecida e retornou à sua morada onde ficou pensando como fazer para falar com seu amigo e teve uma idéia.

No dia seguinte, outra vez foi ao palácio e pediu uma entrevista. O ministro perguntou de quem se tratava e o mensageiro lhe disse: “É a realidade.” “A realidade?”, espantou-se o ministro, “ela não pode entrevistar o sultão, também seremos presos e mortos, devemos impedi-la. Como é que ela se apresenta?”

E o soldado lhe disse: “Tem os cabelos desgrenhados e sujos, as roupas rasgadas e fedorentas.” “Diga-lhe, então, que uma mulher suja e mal-vestida não pode falar com o emir.” A verdade, aborrecida, retornou ao oásis onde morava e pensou.

E no dia seguinte voltou e pediu de novo uma entrevista com o sultão. O ministro perguntou de quem se tratava e lhe disseram que era a fábula. “Como ela se apresenta?” E os soldados lhe disseram: “Chegou antecedida de arautos que tocavam anunciando a sua vinda. Chegou numa carruagem de ouro e de pedras preciosas e quando se deteve, alguns escravos depuseram ao chão verdadeiras riquezas, arcas que foram abertas e em cuja intimidade se encontravam pedras preciosas e muitas moedas de ouro. E ela anunciou: ‘Trago presentes para o sultão.'”

‘Uma mulher tão rica, tão bem vestida como uma rainha, certamente tem muito a nos oferecer”, pensava o ministro, pensando também em um novo patrimônio que desviaria para si. Autorizou a entrada da fábula no palácio e na câmara real permitiu-lhe encontrar-se o grande sultão.

Considerando que ela não era perigosa, o ministro despachou seus guardas e ficou a sós com o monarca. E então a fábula, diante do sultão Harun Al Rachid, rasgou as suas roupas e apresentou-se nua como era, a verdade.

O sultão, vendo-a, lhe disse: “Verdade? Você aqui? O que desejas?” E ela lhe contou o que estava acontecendo. O ministro foi preso e o povo voltou outra vez a ser feliz.

A verdade, muitas vezes, não pode ser ministrada aos homens como ela é. Por isso ela se disfarça ou é disfarçada como a realidade ou, principalmente, quando o ser humano é muito jovem, como a fábula.

Quando contamos histórias, aparentemente simples, as pessoas escutam de boa vontade e deixam que as notícias lhe penetrem o mundo interior. Lá dentro, com o passar do tempo, a fábula se transforma em verdade e o homem se esclarece.

Daí porque Jesus se utilizava de histórias simples falando numa língua pobre, quase miserável, sem utilizar terminologia técnica ou filosofia apurada e dizia aquilo que desejava. E os homens o escutavam e riam das suas histórias, dos seus contos, das suas parábolas e guardavam no coração as jóias mais rutilantes que o “filho de Deus” trazia para os tutelados do seu coração. (t)

Perguntas/Respostas:

<|||moderador|||> [01] <Suplicante> Por que as parábolas eram usadas?

<Geraldo_Guimaraes> Para poder ser ouvido, para que as pessoas lhe prestassem atenção, pois estas não estavam acostumadas ao contato com a verdade que se parece com o diamante precioso e brilhante, mas que também corta e fere. (t)

<|||moderador|||> [02] <lflavio> As parábolas têm sempre um significado simbólico, atrás destas histórias simples. Será que o povo da época entendia o que Jesus queria dizer?

<Geraldo_Guimaraes> No momento, não exatamente. Aprendiam somente o que estava na superfície, a história, o conto. Mais tarde, com uma adequação mento-emocional, através do tempo, a verdade se inseria no contexto da razão e eles compreendiam a mensagem. (t)

<|||moderador|||> [03] <Suplicante> Se Jesus tinha que adequar o ensinamento ao nível de entendimento do povo. Como conseguia, com uma única parábola, ensinar ao Sábio e ao Ignorante?

<Geraldo_Guimaraes> O sábio, pela sua característica intelectual e vivencial, possuía um nível de consciência que lhe permitia a percepção do conteúdo da parábola. Lembremo-nos que até para Freud, consciência significava plenitude do conhecimento. A psicanálise propôs que a consciência deveria também ter discernimento e Joanna de Ângelis afirma que consciência também é evolução espiritual.

O sábio, portanto, se apercebia do conteúdo implícito da parábola, enquanto o homem simples digeria-a através do tempo para metabolizar em conhecimento consciente, como queria Jesus. (t)

<|||moderador|||> Duas perguntas correlatas: [04] <lflavio> Todas as parábolas têm um significado que podem ser trazidos para os dias de hoje? [05] <Suplicante> Será que nós hoje entendemos totalmente o significado das parábolas de Jesus?

<Geraldo_Guimaraes> Jesus era um grande pedagogo. As parábolas tinham uma finalidade pedagógica. O objetivo é a educação, o caminho é a pedagogia e a forma de percorrer o caminho é a didática.

Como Jesus era o senhor do tempo, sendo qualquer tempo o seu presente, as suas palavras têm sempre o sabor da atualidade, senão vejamos:

Um homem tinha dois filhos, um deles lhe disse: “Pai, dá-me o que me pertence, desejo viver.” E se foi com aquilo que era seu, uma parte do patrimônio do seu pai. Saiu pelo mundo, gastou, gozou, viveu e sofreu muito. E um dia, desesperado, sem mais nenhum recurso e abandonado, depois de crimes e equívocos, pediu para voltar ao convívio do pai.

Recebendo a notícia, o seu pai chamou o irmão que ficara e lhe disse: Mata um boi, organiza uma festa, convida a todos para comemorarem comigo o retorno do meu filho que estava perdido e agora foi achado.

O filho que ficara com ele lhe disse: Pai, sempre estive aqui ao seu lado, trabalhando, vivendo e o senhor nunca fez para mim uma festa como essa.

E o pai lhe disse: Você já está comigo, vive em segurança e é feliz. Eu desejo que todos saibam que eu amo e respeito o meu filho e não tenho nada contra a sua vida lá fora, que faz parte das suas experiências pessoais. Quero que todos saibam que ele é amado e que continua sendo respeitado.

Poderíamos dizer, hoje, que o problema do homem é de relacionamentos infelizes. Daí, as perdas e fracassos nos cometimentos assumidos na espiritualidade para com a vida na Terra.

O ideal seria que todos aplicassem modelo perfeito de entendimento e de vida cristã em comum: aceitação, compreensão e respeito. Essa é a trilogia que bem se identifica com a parábola do filho pródigo. (t)

<|||moderador|||> [05] <lufla> Na parábola dos trabalhadores maus, quem seriam estes trabalhadores no mundo de hoje?

<Geraldo_Guimaraes> São as pessoas superficiais que não despertaram para o desenvolvimento moral. São os imediatistas, os materialistas, os que vivem apenas em função dos valores econômicos e relativos. São aqueles que ainda não encontraram o endereço de Deus. (t)

<|||moderador|||> [06] <Powers> qual o verdadeiro sentido da vida? A felicidade? Encontramos esta afirmativa nas parábolas?

<Geraldo_Guimaraes> O verdadeiro sentido da vida é a evolução, é o crescimento moral e espiritual. Esse é o verdadeiro sentido da vida. Jesus não somente falava por parábolas. Por isso, quando ele disse: Vós sois deuses. Tudo o que eu faço vós podeis fazer e muito mais ainda, ele estava apresentando ao homem o caminho da evolução, das conquistas diversificadas que fariam qualquer criatura igualar-se a ele e aos seus poderes.

A felicidade é uma decorrência do conhecimento superior que posiciona a criatura como um artífice de Deus, construindo, servindo e amando. Estas afirmativas se encontram diluídas nas parábolas, pois o fundamento do pensamento cristão era amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. (t)

<|||moderador|||> [07] <Powers> É comum diferentes pessoas compreenderem a mesma parábola de modo diverso? em caso de resposta afirmativa, por que isso ocorre?

<Geraldo_Guimaraes> É comum. Pela diversidade de valores individuais, de cultura, de evolução. Essas diferenças fazem o homem ver as coisas de formas diversificadas, até que um dia possa convergir para o eixo em torno do qual giram todas as coisas, eixo que é a verdade. (t)

<|||moderador|||> [08] <Suplicante> Será que existia alguma técnica especial para elaborar as parábolas? Alguma coisa do tipo: pão significa isso, vinho aquilo outro e assim por diante.

<Geraldo_Guimaraes> Para Jesus, o Mestre por excelência, a técnica se encontrava no domínio da verdade, do conhecimento, dos meios de comunicação e do que era realmente o homem que lhe escutava a mensagem. Ele era um criador, um elaborador, um construtor, como são todos aqueles que vêem além dos demais que estão acima da maioria e que são capazes de compor o mais adequado para o entendimento geral. (t)

<|||moderador|||> [09] <Powers> Sempre tenho a impressão, ao ouvir uma parábola, que, de alguma forma, já conhecia anteriormente seu conteúdo. Dessa forma, a parábola pode ser entendida como um conhecimento novo ou como algo que já sabíamos e que por meio dela se materializa?

<Geraldo_Guimaraes> As duas coisas. Afinal de contas, somos reencarnacionistas e já convivemos com essas idéias através dos séculos na Igreja Católica ou Protestante e noutros movimentos que nos fizeram ouvir, ler e examinar as parábolas. (t)

<|||moderador|||> [10] <lflavio> Como a Doutrina Espírita pode nos ajudar no entendimento das parábolas?

<Geraldo_Guimaraes> A Doutrina Espírita libera a nossa visão a respeito de quase todas as coisas. O nosso amadurecimento moral e espiritual dilata a nossa percepção, compreensão, entendimento.

Uma sabedoria de caráter divino nos toca, nascendo do nosso próprio mundo interior, onde a divindade está adormecida, pois fomos criados à sua imagem e semelhança.

O estudo dos postulados do Espiritismo nos faz compreender Deus, o espírito, a vida no mundo espiritual, a interação entre os dois mundos, a lei de causa e de efeito e esse portal de luz que é a reencarnação, que nos permite uma análise mais profunda e mais justa de todos os problemas sociais e pessoais.

Essa é a forma como a Doutrina Espírita nos ajuda a entender o espírito das parábolas, porque sabemos o que Jesus queria dizer e contar para os filhos de seu coração, os homens da Terra. (t)

<|||moderador|||> [11] <Suplicante> Será que algum dia os diferentes credos irão interpretar da mesma forma as parábolas de Jesus?

<Geraldo_Guimaraes> Perfeitamente. A Doutrina Espírita é chamada por Allan Kardec de “A religião natural”, porque se fundamenta nas leis da natureza. Ela, a doutrina, pertence à humanidade.

À medida que os homens conheçam essas leis e as respeitem, pensaram da mesma forma, porque a mensagem de Jesus é dirigida à humanidade, não a uma parte dela. (t)

<|||moderador|||> [12] <Powers> As parábolas podem ser manipuladas para que se atinjam finalidades inconfessáveis? Você tem conhecimento de algum caso desse tipo?

<Geraldo_Guimaraes> Não só as parábolas, mas todas as palavras de Jesus e de outras pessoas, quando interesses inconfessáveis, se imiscuem no sentido real de todas as coisas.

Por exemplo, o texto grego afirma que Jesus disse: “Eu e o pai somos uno” e não “Eu e o pai somos um”.

A segunda expressão deixa entender que Jesus é Deus, quando na verdade ele é um espírito criado por Deus, como existem tantos espíritos como ele espalhados pelo Universo que percorreram os caminhos da perfeição, como nós também e todos os demais seres perfeitos do universo.

Os textos bíblicos estão cheios de interpolações, de inserções, de cortes e mutilações que através do tempo desfiguraram em grande parte o pensamento exarado por Jesus e pelos seus prepostos.

Apesar de tudo, a grandeza moral do seu pensamento permaneceu como verdadeiro sol, iluminando os caminhos da consciência humana. (t)

<|||moderador|||> [13] <lflavio> Sabemos que muitos dos ensinos de Jesus foram alterados, o que parece não ter acontecido com as parábolas. Este sentido de permanência dos ensinos decorre de alguma característica especial que o Mestre colocou nas parábolas?

<Geraldo_Guimaraes> Não somente nas parábolas, mas também noutras considerações extraordinárias, que permanecem até hoje com seu conteúdo divino, graças a sua influência abençoada, defendendo o patrimônio da fé, da moral, do verdadeiro sentido do amor.

Ele e os seus prepostos trabalharam e trabalham incansavelmente para que as idéias divinas, universais se mantenham no mais alto patamar, permitindo ao homem ter uma idéia real das coisas de Deus. (t)

Considerações Finais do Palestrante:

<Geraldo_Guimaraes> As palavras de Jesus que representam as leis de Deus jamais passarão. Mesmo que sejam adulteradas hoje, amanhã serão resgatadas através de processos que ainda não conhecemos para que o homem tenha à sua disposição esse tesouro inalienável.

De todas as idéias filosófico-religiosas, que surgiram na humanidade, nenhuma se equipara ao seu pensamento, ao seu sentido de amor, de fraternidade e de respeito pela criatura humana. Jesus continua sendo o nosso referencial maior, o amor não amado, mas presente em nossos corações e em nossas vidas permanentemente.

Nesses dias, chamados do Natal, não o esqueçamos nas libações e comilanças, onde muitos adoecem e enfermam gravemente. A Doutrina Espírita relembra Jesus com mais espiritualidade e pede aos seus discípulos que se recordem que Natal significa nascimento, ou aniversário, e que o aniversariante é o rei do amor, o príncipe da paz, o nosso amigo incondicional.

Que todos possamos, nesses dias, lembrá-lo reverentemente, agradecendo-lhe por todas as suas dádivas de amor, com as quais obsequiou a nossa vida, fazendo-nos mais felizes. (t)

Oração Final:

<|||moderador|||> Vamos encerrar, então, mais este trabalho, agradecendo a Deus e a Jesus pelos ensinos da noite. Que as bençãos do Mestre possam nos envolver a todos e também a todos que estejam em aflições, necessitando de consolo.

Que nossos pensamentos, nesta epóca de Natal, sejam mais dirigidos ao Aniversariante, e que possamos lembrar que, toda vez que fizermos o bem, a um dos mais pequeninos irmãos, é a Jesus que estamos encontrando. Que as luzes do Mestre estejam em nossos corações. Que assim seja!


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