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LEI DE REPRODUÇÃO

Lei de Reprodução

Sérgio Machado

Realizada no Centro Espírita Divino Mestre no dia 15 de setembro de 1997, a mesma fez parte do estudo programado pela casa espírita e, portanto, o tema nos foi sugerido segundo a programação já existente lá.
Este tema está presente no livro “O Livro dos Espíritos“, capítulo IV, terceira parte.

Introdução

Nós temos algumas coisas em comum e outras não. Um exemplo muito simplóreo de uma coisa geralmente não comum é o nosso nome. Já uma coisa que podemos afirmar categoricamente ser comum para todos é resumida em uma simples palavra – Evolução. Junto à evolução temos algumas leis (conjunto de regras) morais. Um conceito de moral: Luz condutora da consciência, formando um corpo de preceitos eregras, para dirigir as ações dos homens segundo a justiça para consigo mesmo e para com os outros. Uma das leis morais ressaltada no Livro dos Espíritos é a de Reprodução (ao todo são 12).

Desenvolvimento

Todos nós, independente de religião, doutrina ou ceita, estamos envolvidos diretamente com o tema abordado, pois a lei de repdrodução é uma lei natural. Aliás, esta é a resposta obtida para a primeira pergunta do Livro dos Espíritos para o tema em questão.
Em todas as épocas este foi um assunto comentado e hoje não deixaria de sê-lo. Para nos certificarmos disto basta tocarmos num dos assuntos mais discutidos relativos à reprodução que é a quantidade de pessoas que habitam o nosso globo. Deus, na sua infinita sabedoria, providencia para que a ‘superlotação’ do mesmo não ocorra, é uma providência Divina.

A pouco tempo atrás vimos noticiado que a ciência provou o homem de Neandertal NÃO ter ligações diretas com o homem comtemporâneo. Seria uma raça a parte. A demonstração veio através do famoso exame de DNA. Mas e raça que hoje habita o planeta, é o avanço de raças anteriores ? Sim, temos o avanço do espírito que vem encarnar uma raça mais evoluída, pois ele, o espírito, tendo evoluído mereçe a ‘melhoria’ do corpo que estará habitando. Mas vejamos bem, para que fique claro, o homem de hoje não é o ser perfeito em comparação ao de ontem, ele é mais evoluído.

Força Bruta e Inteligência – Aí está uma diferença notórea da evolução. Como ? Vejamos:

O homem de ontem precisava para erguer uma pedra muito pesada de força bruta. Com a evolução da ciência, temos esta mesma pedra sendo erguida através do uso de roldanas pelo homem mais fransino existente… Um exemplo muito simples, mas é a ciência ofertando as facilidades da própria evolução humana.

No que tange ao fato dos homens interferirem no aperfeiçoamento da raças vegetais e animais, lembremo-nos que Deus nos deu a inteligência para utilizá-la (para o bem ou para o mal, Ele nos deu o livre arbítrio também…). Se o homem utilizando a terra disponível consegue plantar cinco vezes mais hoje do que ontem e, assim, permite que não falte à população o alimento… que seja. Mas se o homem busca esta mesma evolução se ‘fechando em si mesmo’, a humanidade mesmo assim não deixa de ganhar com isto; crédito nulo para ele? Nem tanto assim.

Tudo o que entrava a marcha da natureza é contrário à lei geral”, assim é exposta a resposta sobre quando o homem intervém na reprodução. Porém existem os casos que podem afetar ou até mesmo destruir o que está ao redor devido a uma reprodução exagerada. Quando uma praga de gafanhotos ataca uma plantação, se o homem ficar vendo o ataque fazendo com que o milharal seja destruído a subsistência do homem estaria abalada. É-nos apresentada a condição de exceção quando a intervenção tem finalidade útil e objetiva o bem comum.
Em se tratando de se deter a reprodução tendo em vista a sensualidade, o homem estaria assim demonstrando o quanto ainda está materializado.

O casamento, instituição estabelecida pelo homem é um progresso na marcha da Humanidade. O contrário também é verdadeiro, ou seja, a extinção do casamento estaria fazendo com que o homem regredisse perante a evolução.

O Cristo na época em que esteve entre os homens (encarnado) já nos expunha uma situação para, após casados, que homem e mulher se separassem, ou seja, a dissolvição do casamento. Você conhece ? Como o que coloco aqui na internet é um espelho quase que fiel da palestra em si, digo que esta pergunta foi feita e que houve a resposta. Somente como curiosidade, vou deixar, como na palestra deixei, que você responda: Qual foi o motivo que o Cristo apresentou para a dissolvição do casamento ?
Em se tratando do celibato, temos duas direções a seguir. Antes de mais nada, esclareçamos que o celibato é quando o homem ou mulher se abstém de constituir família (de modo bem sintético). Ora, o que quero dizer sobre as duas direções é o seguinte: por egoísmo ou somente para dizer que conseguiu se abster da “carne” como uma vitória interior; quando esta mesma pessoa se abstém e, com a abstenção, dedica-se ao trabalho dos que o rodeiam, aí sim, o celibato é bem visto, quando este sacrifício tem como objetivo a devoção à humanidade. Temos vários exemplos citados pela mídia em geral e mais ainda, do nosso lado, bem ali…

Poligamia X Monogamia – 1º ponto. A igualdade númerica que existe entre os sexos é providencial. 2º ponto. O casamento, segundo os objetivos de Deus, deve ser fundado sobre a afeição dos seres que se unem. Com a poligamia não há afeição real e sim sensualidade; O Livro dos Espíritos – Pergunta 701.

Um aspecto que não foi possível apresentar devido ao tempo que se escasseou no decorrer da palestra é sobre um tema muito discutido no momento, os clones. Faz-se interessante ressaltar que o que a ciência apresentou é, antes de mais nada, deveras interessante, mas ela nos apresentou a manipulação da matéria (DNA) fazendo com que a evolução física seja presenteada, pois a ciência pode nos apresentar um ser humano fisicamente são ao nascer. Mas e o espírito ? O espírito encontrará um corpo saudável e poderá se privilegiar deste fato, mas o homem não manipulou a formação do mesmo…

Conclusão

O que pensamos ou podemos fazer a respeito das leis morais, especificamente neste caso, a lei de reprodução ?
Eu posso apresentar duas coisas: a primeira você já o fez, leu o que este que escreve nesta página te apresentou (conseguiu ler tudo?); a segunda é estudarmos, refletirmos e, após um exame prévio sobre o que nos foi apresentado, caso concordemos com estes conceitos perguntarmos a nós mesmos se estamos inserindo-os no nosso dia a dia, em nossa vida e se não, o porque de não os estarmos aplicando.

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