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O Livro dos Espíritos – Conclusão

O Livro dos Espíritos – Conclusão

Estudo Espírita
Promovido pelo IRC-Espiritismo
http://www.irc-espiritismo.org.br
Centro Espírita Léon Denis
http://www.celd.org.br

Expositora: Dulce Mara
Brasília
04/03/2000

Dirigente do Estudo:

Mauro Bueno

Oração Inicial:

<_Celinha_> Pai, agradecidos estamos por estarmos aqui reunidos para estudarmos e aprendermos sobre as Tuas Leis, sobre a tua Obra. Dai-nos, Pai, a luz necessária para que tudo que aqui hoje aprendermos possamos usar no nosso dia a dia, tenhamos a oportunidade de efetivamente colocar em prática as bênçãos dos ensinamentos da nossa Doutrina Espírita. Queremos pedir ainda, Pai, que a nossa expositora possa ter muita clareza de palavras, simplicidade e que seus estudos sejam aproveitados ao máximo nesta noite. A tua luz, o teu amor e a tua proteção te pedimos para hoje, para toda a Eternidade. Que assim seja, que Jesus nos abençoe e nos guarde.

Exposição:

<_Dulce_> Boa noite, amigos! Certa feita em Uberaba, uma mulher em desespero procura se aproximar de Chico, no que é impedida pelas pessoas que, a titulo de resguardar o trabalho por ele desenvolvido, o rodeavam. Ele no entanto, com a voz embargada, exclama: “deixem-na passar!” A mulher se aproxima, o abraça e chora copiosamente. E Chico, visivelmente emocionado, diz: “Não há dor mais profunda do que a da mãe que perdeu o filho.” E chora junto com ela.

A mulher sofredora, assim acolhida, compartilha com ele a sua imensa dor: Havia perdido há pouco tempo o filho jovem, não por uma circunstância da vida, como um acidente ou uma doença o filho se fora por decisão consciente, através do suicídio e a dor era maior, por se sentirem responsáveis, ela e o marido, por esta morte. Afinal, eles, como materialistas que eram, haviam ensinado ao filho, desde pequeno, que depois da morte só há o nada. Ante a primeira dificuldade apresentada pela vida, o jovem não titubeia. Agora, no lugar da convivência com o filho amado, só restava o vazio e a dor. E a dor dessa mãe machuca o coração sensível de Chico que, conversando com a mulher e seu marido, oferece-lhes os esclarecimentos espíritas, ministrando-lhes o passe confortador e, ao final, estimulando-os a que buscassem a vivência religiosa, sugerindo a religião do pai do marido: o Luteranismo.

Materialismo e Espiritualismo, na caminhada humana, sempre coexistiram trazendo cada um as suas conseqüências. De um lado o nada, do outro a vida eterna; um negando o futuro, promovendo a leviandade e a desesperação; o outro, proclamando e provando a existência da vida futura, reacendendo a esperança e trazendo a consolação; um é, enfim, a consagração do egoísmo, enquanto que o outro dá base à justiça, à caridade e ao amor dos semelhantes.

Essa polaridade, no entanto, não permanecerá para sempre. O progresso é Lei da Natureza e nada o deterá. Todos nós queremos progredir; é da nossa essência. Assim, dia virá em que o materialismo, por falta de base lógica, cederá em todo o globo em favor do Espiritualismo, que, aprofundando os laços da criatura com o Criador, preencherá o coração humano de felicidade.

O Espiritismo surgiu entre nós num momento psicológico de maturidade espiritual; estávamos já preparados para receber ensinamentos claros acerca da vida, de modo que o nosso entendimento assim esclarecido pudesse apoiar, embasado na razão e na lógica, a nossa ação rumo ao crescimento indispensável.

O Espiritismo não é obra de um homem. Ele nada traz de novo, a não ser uma nova ordem das idéias já disseminadas pela Terra, nos mais diversos locais, nas mais diferentes épocas, desde a Antigüidade. Recolhendo e ordenando essas idéias antes esparsas, numa linguagem despida de qualquer alegoria e simbolismo, permite o entendimento claro e profundo da Verdade, conforme a nossa capacidade de assimilação.

A Doutrina Espirita é o Consolador Prometido por Jesus. E ela consola, porque esclarece. O Espiritismo nos torna conscientes da nossa responsabilidade perante o nosso processo evolutivo. Não somos vítimas do acaso ou de uma divindade perversa; somos os artífices de nosso próprio aperfeiçoamento. E para que esse aperfeiçoamento se faça em bases seguras, duas coisas são necessárias: o estudo constante e a aplicação prática da aprendizagem em nossa vida, o que nos lembra a máxima espírita do amai-vos e instruí-vos. Através do estudo, ampliamos o nosso entendimento, firmando base dentro de nós, para a ação consciente em sintonia com as Leis Divinas.

Kardec nos lembra a importância da observação e da reflexão constantes. Quando a gente amplia o entendimento, através do estudo e da reflexão, é que a gente percebe que a Verdade esteve ao nosso alcance todo o tempo. Faltava apenas a maturidade para a percepção correta, como no exemplo que ele nos trás do patinho na bacia que fala do Magnetismo, assim como no das mesas girantes que desvelaram a ciência espírita. Sim, ciência espírita, porque o Espiritismo é todo baseado no método positivista da observação metódica, repetida inúmeras vezes, nas mais diversas circunstâncias. E se, para conhecer uma ciência que trata apenas da vida material, precisamos de alguns bons anos de estudo aprofundado, que dirá para a ciência espírita, que é ciência síntese de todas as outras, uma vez que ela abarca os mais diversos assuntos que interessam à nossa vida, inclusive e principalmente no seu aspecto espiritual.

Recomecemos, portanto, a estudar novamente “O Livro dos Espíritos”, a nossa base, aprofundando-nos com o auxílio das outras obras básicas, que são desenvolvimentos dos quatro livros que formam “O Livro dos Espíritos”; senão vejamos:

“A Gênese” é um aprofundamento do Livro I – “As Causas Primeiras”; “O Livro dos Médiuns” é o desenvolvimento do Livro II – “Mundo Espírita ou dos Espíritos”; “O Evangelho Segundo o Espiritismo” aprofunda as questões do Livro III – “Leis Morais”; e “O Céu e o Inferno” desenvolve o Livro IV – Penas e Gozos Futuros. Temos, portanto, toda uma base para conhecer e aprofundar. Além disso, podemos contar com os livros complementares da Doutrina, tanto de autores encarnados como de desencarnados, que nos oferecem um enriquecimento enorme em todas as questões tratadas no Pentateuco. E não nos esqueçamos de que podemos, sim, estudar em todas as fontes do conhecimento humano, tanto no campo da Ciência, quanto no da Filosofia e no da Religião.

Estudemos, para que possamos agir com consciência. Sim, porque, todo aquele que se esclarece nessas verdades consoladoras que a Doutrina nos traz, inevitavelmente, como nos diz Kardec, sente a necessidade de se conhecer, de se julgar e de se corrigir. E sentirá, também, com certeza, a necessidade de ir ao encontro do próximo para a vivência do “Amai-vos uns aos outros” a que nos convidou Jesus, vivenciando ou buscando vivenciar sinceramente a fraternidade, o amor, a caridade e a justiça, com a beleza e a profundidade com que elas nos são apresentadas pela Doutrina.

Kardec nos fala de três fases do Espiritismo: a primeira, a da curiosidade, que seria suscitada as mais das vezes pelo aspecto das manifestações; a segunda, a do raciocínio e da filosofia, que toca no significado mais profundo dessas manifestações, trazendo os princípios e a moral que delas decorrem; e a terceira, a da aplicação e conseqüências desses princípios, que permite, mesmo neste mundo, a vivência da felicidade.

Em decorrência, apresenta três graus de adeptos, quais sejam:

1 – Os que crêem nas manifestações e se limitam em constatá-las; enfatizam o aspecto da ciência experimental;

2 – Os que lhe compreendem as conseqüências morais, buscando aprofundar o entendimento de seus princípios;

3 – Os que praticam ou se esforçam por praticar essa moral.

Uma vez eu ouvi um irmão meu dizer a mesma coisa de forma diferente. Dizia ele que a gente passa por três fases na Doutrina Espirita: na primeira, a gente entra no Espiritismo, na segunda, o Espiritismo entra na gente, e na terceira, o Espiritismo sai da gente. ou seja, começamos a vivê-lo.

Há todo um caminho a ser trilhado. Mas, cada passo dado vale a pena. Estudemos e reflitamos, trabalhemos e nos esforcemos nessa caminhada sublime, pois ela nos permitirá experienciarmos, já neste mundo, aquele que, segundo Kardec, é o nosso maior objetivo: a felicidade. Que o Pai nos abençoe a todos. (t)

Perguntas/Respostas:

[01] <Cinty> Uma vez uma amiga minha me perguntou como se pode provar alguma coisa no Espiritismo, se os espíritos são imateriais. Eu fiquei sem resposta.

<_Dulce_> Cinty, como nós dissemos acima, o Espiritismo foi todo baseado nos moldes da ciência positivista. Todas as questões contidas em “O Livro dos Espíritos” foram analisadas exaustivamente por Kardec, ele analisou inúmeras mensagens que lhe chegavam de todas as partes do globo, comparava-as, no tocante ao fundo, e só quando um ensino era dado em muitos lugares, por diversos médiuns, é que ele considerava como um item válido de ser colocado em “O Livro dos Espíritos”. Mesmo assim, se o ensino passasse pelo crivo da lógica e do bom senso. O trabalho realizado por Kardec é notório. É respeitável e tem caráter eminentemente científico. Assim, sugira à sua amiga, que o leia com critério e veja se ela consegue contradizê-lo, usando a lógica e o bom senso. (t)

Nota de MBueno: As comprovações do Espiritismo vieram à seu tempo, mas muitos ainda não conseguem entendê-lo ou mesmo acreditar. Há no mundo, ainda os que não acreditam sequer que o homem tenha chegado a pisar na lua. Haverá também o tempo em que a ciência terrena dará confirmação das verdades do Espiritismo.

[02] <Cinty> Obrigada, Dulce, mas a maioria das pessoas prefere não ler nada e criticar.

<_Dulce_> E Kardec nos fala disso na conclusão de “O Livro dos Espíritos”. Ele diz que quem critica sem conhecimento de causa é inconseqüente e todos aqueles que ousaram estudá-lo seriamente para o desmascarar, se tornaram espíritas. (t)

[03] <Flavyo> O que você acha da expressão: O Espiritismo não é a religião do futuro, mas o futuro das religiões?

<_Dulce_> Querido amigo Flavyo, essa é uma frase bastante conhecida nossa, não é? Kardec, na conclusão de “O Livro dos Espíritos”, também nos fala acerca disso: Ele nos diz que um dos efeitos do Espiritismo é desenvolver o sentimento religioso naquele mesmo que, sem ser materialista, é indiferente às coisas espirituais, muitas vezes pela forma como essas coisas lhe são passadas com a Doutrina Espírita. Todos esses fatos têm explicação clara e lógica, e conseqüências de profunda moral o que acorda no homem de boa fé, os ideais superiores.

No futuro, Kardec acredita, e nós também, os homens deixarão as divergências da forma, para se unirem na essência: o amor a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. (t)

[04] <Flavyo> Seria essa tua explicação, Dulce, um convite a analisarmos o ecumenismo como saída para o exercício da tolerância religiosa desde já?

<_Dulce_> Eu não pude assistir à palestra que o Dalai Lama deu quando aqui esteve a pouco tempo, mas uma amiga me contou uma passagem que acho que se encaixa bem nessa sua questão com as minhas palavras, ele disse que, quando os homens aprenderem a respeitar as suas diferenças, e buscar as suas semelhanças (somos semelhantes não somos?), o mundo será de paz.

O Espiritismo diz a mesma coisa, fraternidade é a sua grande bandeira a união dos povos sob a bandeira da Caridade! Se nós já sabemos disso, porque não começarmos a exercitar esse respeito já? Trabalhemos. (t)

[05] <Cinty> Mesmo neste momento em que percebemos a expansão da Doutrina, ao mesmo tempo vemos uma triste realidade: o aumento de conflitos étnico-religiosos. O caráter ecumênico do Espiritismo nos possibilita esse entendimento. Mas e quanto às outras religiões?

<_Dulce_> Cinty, amiga, cada um faz a sua parte e como diz a música “um mais um é sempre mais que dois”, então, quando a gente menos esperar as pessoas serão contagiadas pelo respeito e pela fraternidade como nos diz “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, não acreditemos no endurecimento do coração humano. Ansiamos, todos nós no planeta, por viver a fraternidade a gente chegará lá. (t)

[06] <Kriss^_^> As vezes por nos expressarmos espíritas isto incomoda muitos. Não seria mais fácil mostrarmos o que temos para depois dizer onde aprendemos?

<_Dulce_> Isso vai muito de foro íntimo e de momento. Particularmente, não costumo me dizer espírita, a menos que alguém pergunte diretamente mas, não me pejo de falar de acordo com o que acredito. Então, se vou falar do falecimento de alguém, digo desencarne; antes de iniciar o meu trabalho, leio “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, faço e digo as coisas que acho que tenho que fazer e dizer com naturalidade e quando a gente faz isso, normalmente, as pessoas respeitam. Pelo menos, essa é a minha experiência. Todos temos o direito, a liberdade de crença, então, sejamos o que somos sem medo, com confiança. (t)

[07] <MBueno_Estudos> Quando a ciência provar a inexistência da morte, haverá uma grande busca ao Espiritismo. Seria esta a real “Terceira Revelação” ao mundo?

<_Dulce_> MBueno, querido, o Espiritismo é considerado a Terceira Revelação, pois os seus ensinos vão ao encontro dos ensinamentos do Decálogo e da mensagem de Jesus. Porém, a Revelação só será efetivamente verdade, ou seja, ela só surtirá efeito, no dia em que essa mensagem vibrar no íntimo da criatura.

Em nosso momento evolutivo, a Ciência, esclarecendo a nossa razão, nos ajuda a firmar a veracidade dos fatos. Então, com certeza, isso ajudará muito. Aliás, muitos pesquisadores, já de algum tempo, vêm estudando a reencarnação e quando ela estiver patenteada, quando ela for trazida de forma clara e incontestável as pessoas acabarão por aceitá-la e naturalmente refarão vários de seus conceitos. Plagiando Kardec e os espíritos, um dia, ou a ciência estará no Espiritismo, ou o Espiritismo na ciência. (t)

[08] <Baader> O que pensa sobre o Espiritismo usar mais os meios de comunicação como fazem outras religiões (de uma forma mais intensa), não seria uma forma das pessoas aceitarem mais facilmente? Ou corre-se o risco de uma interpretação errada da doutrina?

<_Dulce_> Querido Baader, toda forma de divulgação da Doutrina é válida. Amigo, riscos, corremos sempre. Olha só o risco que o canal está correndo me colocando para palestrante aqui! Na verdade, amigo, já existem algumas iniciativas nesse sentido, e elas vêm crescendo, felizmente. Rádio, TV e revistas, vejo esse movimento como uma conseqüência natural do crescimento da Doutrina. Somos homens no mundo e penso que os meios de comunicação de hoje podem cumprir o mesmo papel que cumpria a Revue na época de Kardec. (t)

[09] <Divulgador> Dulce, você terminou sua afirmativa dizendo que Kardec fala que nosso objetivo é a felicidade. Pensei que fosse o progresso, e a felicidade conseqüência dele.

<_Dulce_> Tem toda razão, amigo, o progresso é da Lei. É um processo inevitável para todos nós, felizmente. Progredir é ou não é uma felicidade? E quando chegarmos à condição de espíritos puros, seremos espíritos felizes. Não vejo contradição aí, mas foi o que ele disse na conclusão. (t)

[10] <|Curiosa> Dulce, qual deve ser a atuação do espírita na política?

<_Dulce_> Curiosa, temos um amigo aqui das listas de discussão na Internet, que tem uma participação ativa na política, e tem feito trabalhos muito interessantes, com projetos embasados nos conceitos do Espiritismo sobre o aborto, a eutanásia, entre outros.

O espírita deve sim participar dos processos políticos, com tranqüilidade e com o máximo de seriedade, responsabilidade e consciência. Participemos e ajudemos a que as nossas leis e os nossos governantes, sejam reflexo das Leis Divinas e representantes da Moral Elevada. (t)

[11] <Cinty> Querida Dulce, suas explicações acerca de sua conduta, em relação a dizer somente se perguntada que é espírita, me ajudou muito, porque eu já fui mal compreendida. Obrigada.

<_Dulce_> Cinty, amiga, isso realmente pode acontecer. Na verdade já aconteceu comigo uma vez, lendo o “O Evangelho Segundo o Espiritismo” no serviço. Um colega, ao me ver assim, se dirigiu a mim dizendo: isso é coisa do demônio. Bem, como eu estava com o “O Evangelho Segundo o Espiritismo” bem na minha frente eu nem poderia titubear, não é? Então, calmamente perguntei a ele se ele já havia lido a obra, ele se afastou falando e falando e isso se repetiu por muitos dias. Resultado: as pessoas ao redor começaram a se sentir incomodadas com a atitude dele e vieram conversar comigo. Aos poucos, pela própria conversa, muita foram se interessando pelo Espiritismo, e o melhor, aquele meu colega, hoje, freqüenta a mesma casa espírita que eu. Nem sempre será assim, é verdade, mas nós não precisamos nos abalar por isso. Sigamos em paz, entendendo que cada um está num momento evolutivo diferente, respeitemos. (t)

[12] <Baader> É compreensível o receio das pessoas. Certa vez, estive em um culto da Assembléia de Deus e me espantou a forma que eles se expressam. Por essa razão, a aproximação das religiões vai ser demorada, até porque mexe com o sentimento mais forte das pessoas, o de como elas sentem DEUS!

<_Dulce_> Baader, as religiões já são próximas entre si. As pessoas é que abraçam sectarismos injustificáveis e Kardec nos diz que um dia nós entenderemos que amamos o mesmo Deus, já que ele é único e que a diferença está apenas na forma de adorá-lo. Então, não será uma união no sentido de se acabarem as religiões, mas no sentido de nos respeitarmos na nossa maneira de ser, é assim que vejo. (t)

[13] <Baader> Fim das religiões (muito improvável) não traria fim a esses sectarismos?

<_Dulce_> Se isso fosse possível, sim, mas como você mesmo disse, muito improvável de ocorrer. Então, como acabar com o sectarismo? Pelo respeito ao próximo que é semelhante mas não é igual. (t)

Oração Final:

<Selma_AM> Deus, Nosso Pai, neste momento, queremos agradecer por mais esta oportunidade que tivemos de estudar e nos esclarecer acerca dos ensinamentos deixados pelo Nosso Mestre Jesus à luz da Doutrina Espírita!

Senhor, ilumina as nossas mentes e os nossos corações, a fim de que possamos cada vez mais buscar a luz do esclarecimento e do saber, não nos esquecendo que temos por responsabilidade vivenciar esse saber, auxiliando os nossos semelhantes. Que essa prática possa tornar-se uma constante em nossas vidas. Muito obrigado, Senhor! Envolva-nos a todos na Tua Paz. Que assim seja!

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