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Dráuzio Varella e Kardec.

Podemos extrair, se quisermos, lições de absolutamente tudo nesta vida. Lendo o livro, As prisioneiras, de Dráuzio Varella, observo as falas dos detentos quanto aos costumes e cultura das penitenciárias dos anos 1950 e 1960. Dizem eles que as “cadeias” hoje são muito mais tranquilas, no quesito violência, do que outrora. Ou seja, sob o aspecto moral as penitenciárias, em virtude das atitudes dos detentos, progrediram. Talvez você espante-se com tal situação, haja vista que falamos de um presídio e a primeira ideia que nos vem a mente é a de que o progresso visita todos os lugares, menos este por conter pessoas que atuam à margem da sociedade. Interessante é que a fala da detenta bate com o que ensina Kardec em O Livro dos Espíritos sobre a Lei do Progresso.

Deus, sendo a inteligência suprema, faz cumprir sua lei em todos os cantos e recantos do universo, incluindo-se as penitenciárias.

Sim, nós melhoramos, prezado leitor, todos melhoram.

Aliás, se voltarmos ao passado verificaremos que os homens já não são mais os mesmos, embora o mal ainda guarde morada neste mundo, constatamos que, atualmente, o bem é muito mais praticado do que outrora.

E por que, então, tanto ibope para o mal?

Gosto muito de um pensamento de nosso Richard Simonetti: quem pratica o mal é um músico desafinado numa orquestra, ou seja, chama atenção.

O mal contraria os rumos que devemos tomar em nossas existências, é como um desvio de rota, uma perda de foco momentânea, mas não eterna. Cedo ou tarde retomaremos o caminho que nos levará a Deus.

Portanto, sendo lei natural, quer esperneemos ou não, o progresso chegará. E, chegará para todos e em todos os lugares, aqui e alhures. Evidente que há o progresso por força das coisas e o que ocorre em virtude da vontade do homem.

Então, se dermos uma “forcinha” para a Lei do Progresso, certamente as coisas melhorarão mais rápido.

De modo que, constatamos, de um simples relato de detentos, a presença de Deus, sua bondade e misericórdia. Basta ter olhos de ver.

Não obstante a força enorme que fazemos para piorar, o progresso, esta lei divina, leva-nos sempre adiante.

Autor: Wellington Balbo

 

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