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Kardec, Ghost e um sucesso de divulgação

Ali, em seu enredo, escrito por um conhecedor do Budismo, temos uma ambientação
aproximada do que se passa na dimensão espiritual, tal como vislumbramos na Série
escrita por André Luiz. Obviamente, em termos de profundidade, a obra desse extraordinário
espírito suplanta, em muito, ao que assistimos na telona. Nem poderia ser diferente.
A função precípua do cinema, no caso específico do hollywoodiano, é o entretenimento
por si só. A propósito do filme, escreveram os redatores do Guia Prático do Vídeo
– Dicionário dos Melhores Filmes: o filme tem carisma. Diretor acerta nas cenas
tristes, alegres e românticas.” (Grifo nosso). Coincidentemente, esta palavra por
nós destacada esta associada a pratica mediúnica – feitos os necessários retoques
históricos -, muito embora saibamos não ser essa a conotação pretendida pelos autores
da definição. O que fica, porém, é a constatação de que essa película trouxe grande
contribuição na divulgação de princípios espirituais que, de outro modo, raramente,
atingiriam um público tão extenso. Neste rol incluiríamos outra superprodução cinematográfica:
Gandhi. Filme produzido e dirigido por Richard Attenborough, em 1982, com Ben Kingsley,
Candice Bergen, Edward Fox, levou o Oscar de melhor filme, direção, ator, roteiro,
fotografia, figurino, direção de arte e montagem, merecendo, ainda, esta definição
do Guia Prático de Vídeo: “Emotivo, grandioso, cuidadoso”.

Em Ghost, temos um panorama póstumo; em Gandhi, um panorama biográfico. Ambos
de natureza espiritual. Quiçá sejam essas produções as precursoras de outras de
natureza transcendental. Adicionando este último elemento, a Sétima Arte nada terá
a perder. Pelo contrário. Aí estão a teledramaturgia e o teatro, com a novela A
Viagem e as peças Laços Eternos e Vida Depois da Vida, grandes sucessos de audiência
e público, em apoio a esta asserção. Num exercício de imaginação ficamos a pensar,
por exemplo, em como ficariam os romances de Emmanuel adaptados para o cinema! E
os romances mediúnicos escritos por J.W. Rochester, Victor Hugo?!…

O sucesso das produções aqui mencionadas nos permite supor que haveria uma excelente
receptividade, assim como nos permitiu perceber um pouquinho do alcance da genialidade
de Allan Kardec.

Revista Espírita Allan Kardec, nº 38.

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