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Você sabia ?

Você sabia?

Clint, menino prodígio, indiano, viveu apenas 6 anos e 11 meses e deixou cerca
de 25 mil desenhos e pinturas.

Lúcia Nagib, enviada especial da Folha de S. Paulo a Bombaim, diz que “o fantástico
é quando se observa as obras do garoto, executadas a partir de seu primeiro ano
de idade. Elas parecem incluir todas as escolas de pintura, de Leonardo da Vinci
ao impressionismo e abstracionismo”.

Notou-se que Clint possuía também um insaciável interesse científico. Estudava
a anatomia humana, animal e vegetal e, depois, reproduzia suas conclusões em seus
desenhos.

“O menino rabiscava o chão e as paredes da casa, antes mesmo de completar um
ano. Os pais liam para ele toda a mitologia indiana e mundial, a partir daí desenhava
episódios com muita criatividade.

Clint sofria de doença renal, desde os 3 anos e veio a falecer, de repente. Antes
da partida pediu para sua mãe ler na Bíblia, a passagem sobre a ressurreição de
Cristo e depois disse: “Agora vou dormir. Não me chame, se chamar pode ser que eu
não acorde. Mamãe não chore”.

Shiv Kumar, publicitário, fez um documentário que tem entrevistas com parentes
e conhecidos, exibições dos desenhos e um comentário sobre o estilo pictórico do
garoto. A repórter pôde assistir ao documentário em projeção privada, e soube através
de Kumar que foi erguido um monumento a Clint (não se espante), aqui mesmo no Brasil”.
(1)

Acima de tudo, a vontade de Deus

A vida girava dentro das 24 horas do dia 17 de agosto de 1985. Eram aproximadamente
2 horas da manhã. Chico Xavier, sempre solícito, atendia o público. A fila parecia
interminável. Um homem passa por ele, diz-lhe alguma coisa aos seus ouvidos e parte
dizendo, em voz alta:

– Perdoe-me, Chico… Perdoe-me… Perdoe-me… Perdoe-me…

A fila continua o seu curso. Adelino da Silveira, dileto amigo do Chico, não
resistindo a curiosidade, aproxima-se e pergunta:

– Por que, Chico, aquele homem lhe pedia perdão tantas vezes?

O Chico segredou-lhe:

– Ele disse que veio para me matar, mas não teve coragem. Trazia um revólver
por dentro da blusa.

Surpreso e assustado Adelino da Silveira balbuciou, ainda:

– E o que você disse a ele?

– Seja feita a vontade de Deus. (2)

A derrocada de um orgulhoso

“Havia um homem rico e poderoso que desfrutava o favor do príncipe. Morava em
palácios e numerosos servos esforçavam-se por lhe adivinhar os desejos.

Um dia suas matilhas batiam o cervo das profundezas da floresta. Ele avistou
um pobre lenhador, vergando ao peso de um feixe de lenha. Chamou-o e lhe disse:

– Vil escravo! Por que passas em teu caminho sem te inclinares perante mim? Sou
igual ao senhor: nos conselhos minha voz decide a paz e a guerra, e os grandes do
reino curvam-se em minha presença. Sabe que sou sábio entre os sábios, poderoso
entre os poderosos, grande entre os grandes e minha elevação é obra de minhas mãos.

– Senhor! respondeu o pobre homem, temi que minha saudação humilde vos fosse
uma ofensa. Sou pobre e o único bem que possuo são os meus braços; mas não desejo
vossas grandezas enganosas. Durmo o meu sono e não temo, como vós, que o prazer
do senhor me faça cair em minha obscuridade.

Ora, o príncipe cansou-se do orgulho do soberbo. Os grandes humilhados ergueram-se
sobre ele, que foi precipitado do pináculo de seu poder, como uma folha seca que
o vento varre do cume da montanha. Mas o humilde continuou pacificamente seu rude
trabalho, sem preocupação pelo dia seguinte.” (3)

Fantasma de uma jovem viva

O caso que se vai ler abaixo foi narrado por Aksakof, conhecido e respeitado
pesquisador dos fenômenos espíritas e testemunhado pelo Dr. Desmond Fitzgerald:

“H. E. Lewis possuía grande força magnética, de que fazia exibição em reuniões
públicas. Em Blackheat, no mês de fevereiro de 1856, numa dessas sessões ele magnetizou
uma rapariga a quem nunca tinha visto.

Depois de a ter mergulhado em sono profundo, ordenou-lhe que fosse até a casa
dela, e que, em seguida, contasse ao público aquilo que houvesse visto. Ela declarou,
então, que via a cozinha, e que lá se achavam duas pessoas ocupadas em serviços
domésticos. Lewis mandou, então, que ela tocasse uma dessas pessoas. “Toquei-a,
porém ela está com muito medo” – disse a rapariga a rir-se.

Virando-se para o público, Lewis perguntou se alguém conhecia a rapariga. Sendo-lhe
a pergunta respondida afirmativamente, propôs que uma comissão fosse ao domicílio
em questão. Diversas prontificaram-se a isso, e, quando voltaram, confirmaram em
todos os pontos o que a rapariga havia dito.

A casa estava efetivamente em balbúrdia e em profunda excitação, porque uma das
pessoas, que se achava na cozinha, declarou ter visto um fantasma, e que este lhe
tocara no ombro!” (4)

Sonho premonitório

Era 28 de junho de 1948. Wilma e Osvaldo de Assis Costa estavam casados há dois
anos e cinco meses. Do casamento nasceu uma menina que tinha agora um ano, sete
meses e dias. Eram, então, na casa os três e a avó materna. Viviam felizes.

À noite, sem razão aparente, o casal não conseguia conciliar o sono. Levantaram-se
e caminharam até a cozinha para tomar água. Ao voltarem à cama, oraram novamente,
solicitando paz de espírito.

Osvaldo logo, sem saber se dormindo ou acordado, viu junto da cama uma amiga
de Wilma, recém desencarnada, que a convidava para um passeio, encerrando o estranho
convite com a frase: “Eu aguardo você, Wilma, adeus”.

De repente aparece-lhe um Preto Velho, cabelos encaracolados e muito alvos, que
se apresentou como sendo Pai Benedito. Este Espírito convidou o Osvaldo para uma
conversa fora dali. Ambos, então, flutuaram no espaço e atravessaram a parede do
quarto, indo até a garagem. O Preto Velho falou-lhe, de modo carinhoso, sobre o
breve desenlace de Wilma.

A notícia, inesperada, chocou o esposo. Wilma tinha apenas 20 anos e meio de
idade, e parecia estar bem de saúde. Sem a companheira, o que seria dele e da filhinha?
Mas, alertado de que o plano divino previra uma encarnação curta para Wilma, aquietou-se
e, com a ajuda do Espírito, ainda, retornou ao quarto.

Na manhã do dia 29, Osvaldo levantou-se preocupado, não querendo acreditar na
veracidade do sonho. Wilma continuava sonolenta em virtude da noite mal dormida.
Ele saiu para trabalhar. No portão olhou para a casa e orou pela esposa e pela filha.

No trabalho, próximo às 14 horas, o patrão o chamou para que atendesse o telefone.
Era uma vizinha que, hesitante, se esforçava para dizer-lhe que sua esposa acabara
de falecer. (5)

Bibliografia:

  • (1) “Anuário Espírita”/96;
  • (2) “Chico, de Francisco”;
  • (3) “Revista Espírita”- maio/1858;
  • (4) “Gênesis da Alma”;
  • (5) “Relatos de Sonhos e Fenômenos Espirituais”.

 

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