Meu Baú
Em 1963, jovem aprendiz na arte literária, atrevi-me a remeter ao Dr. Wantuil
de Freitas, então presidente da Federação Espírita Brasileira, um artigo para a
revista Reformador: Medicina Pioneira. Abordava um assunto sempre atual, objeto
perene das cogitações humanas – a felicidade. Para minha surpresa, foi
publicado.
Sucederam-se contribuições, também para outros órgãos da imprensa espírita, e
depois livros, hoje trinta publicados, abordando os mais variados temas, à luz
da Doutrina Espírita.
Venho, desde aquela “colher de chá” do Dr. Wantuil, tentando esculpir um
estilo despojado, simples, com idéias claras e objetivas, ilustradas, sempre que
possível, com histórias, esse admirável recurso de fixação de conhecimento.
Penso que nesses decênios de exercício literário algo evoluí, o que você,
leitor amigo, poderá avaliar, acompanhando excertos que serão apresentados neste
Meu Baú.
Inicialmente, aquele primeiro texto, inserido no livro de estréia, Para Viver
a Grande Mensagem, publicado pela FEB.
Espero que o apreciando e, talvez, lendo o livro por inteiro, você não
expresse a mesma opinião de uma leitora:
– Para Viver a Grande Mensagem é sua melhor obra.
Lamentável!
Tantos anos a espremer os miolos para me tornar um escritor e ela preferiu o
aprendiz!
30-07-2001