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Nem Céu, Nem Inferno – Carta de Kardec para Bonnamy

No dia 13 de outubro de 1868, Kardec escreveu ao seu amigo Michel Bonnamy, juiz de instrução em Villeneuve-sur-Lot. Quando da publicação de sua obra A Razão do Espiritismo, o professor ajudou no processo de revisão e impressão que ocorreu em Paris.

Agora o juiz preparava a publicação de seu novo livro, Memórias de um espírita, tendo enviado o manuscrito para sua apreciação.

Desta vez, porém, Kardec escreve-lhe explicando não tinha tempo algum para ajudá-lo, não estava nem mesmo dando conta das suas. Nesta carta, ele explica ao juiz que o atraso na resposta se devia ao grande acúmulo de tarefas e à sua doença causada pelo excesso de trabalho.

Por isso, prossegue Kardec: “Segundo os conselhos reiterados dos Espíritos, precisei, até nova ordem, suspender todo trabalho além do estritamente necessário (…), sob pena de acidentes graves que poderiam me surpeender e comprometer o que me resta a fazer para terminar minha tarefa”.

Assim, preservando sua saúde, Kardec dedicou-se ao que faltava para completar sua tarefa, concentrando-se no projeto para a fase de direção coletiva do Espiritismo.

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